Fã incondiconal das crianças, defendo sua causa. Muitas delas, desde bebê são tratadas como um "pacote" de carne, que facilmente tem suas necessidades básicas atendidas, já as emocionais ficam à deriva.
"É muito importante que o pai, a mãe ou a professora sintam a criança como uma pessoa inteira, que não a sintam como algo pequeno. Não se trata de achar que ela é adulta, mas que é um interlocutor válido, alguém que compreende, sabe e sofre
. Significa que você a respeita, que a vê como sujeito. Não é fácil. Os pais têm a tendência de falar com os filhos como se eles fossem sempre pequeninos, indefesos, fracos, sem inteligência. Muitas vezes pensando: eles não sabem de nada. Não é bom. É preciso falar-lhes como pessoas que compreendem. Eles sabem muito mais do que nós imaginamos. "(J-D . Nasio)